Pelos valores que você informou, não há indicação de repor ferro, vitamina B12 ou vitamina D por conta própria.
-Ferritina 61 ng/mL: em princípio, não sugere deficiência importante de ferro.
-Vitamina B12 436 pg/mL: valor geralmente adequado.
-Vitamina D 90 ng/mL: está alta, não baixa.
O ponto principal é outro: fraqueza, sensação de peso, cansaço há meses e dores nas pernas à noite merecem investigação além das vitaminas.
A dor predominantemente noturna merece uma avaliação melhor. Se for uma inquietação/desconforto que obriga a mexer as pernas e melhora ao caminhar, lembra síndrome das pernas inquietas. Se forem cãibras, o caminho é outro. Se houver dor muscular verdadeira, fraqueza para subir escadas ou levantar-se de uma cadeira, formigamento ou dor irradiada da coluna, muda novamente a investigação.
Eu não atribuiria esses sintomas simplesmente à falta de vitaminas, especialmente com esses três resultados.
O mais prudente será agendar consulta com um clínico geral competente, ou com um endocrinologista. Você mora em Teresina? Posso indicar-lhe um médico competente para avaliar seu caso.
Sim. Se o dente estiver muito comprometido e o dentista concluir que precisa ser extraído, você pode fazer a extração mesmo estando amamentando.
A anestesia local normalmente utilizada pelo dentista, inclusive lidocaína, é compatível com a amamentação. Em geral, não é necessário suspender as mamadas nem retirar e descartar o leite depois da anestesia.
Portanto, não deixe de tratar ou extrair o dente por causa da amamentação. Avise ao dentista que amamenta e a idade do bebê para que ele escolha anestésico e medicamentos adequados
É o seguinte: não sou ginecologista. Portanto não sou o profissional mais indicado para lhe orientar. Mas, pelas fotos, eu não vejo fundamento para dizer “isso é câncer”, mas também não ficaria simplesmente repetindo tratamentos para cervicite. Eu faria colposcopia, com pesquisa de HPV de alto risco e citologia. E se houver alteração colposcópica, aí seria indicada biópsia dirigida. Isso é muito mais esclarecedor do que tentar decidir pela aparência dessas fotografias.
Faça um teste simples durante alguns dias: não fique esse período todo sem comer. Por volta das 8h30–9h, faça um pequeno lanche contendo proteína e algum carboidrato, por exemplo fruta e iogurte, ou pão integral e queijo/ovo. E mantenha boa hidratação. Observe se a dor de cabeça e a tontura deixam de aparecer. Alem disso, seria interessante medir a glicemia justamente no momento dos sintomas, antes de comer..
Se os episódios persistirem mesmo alimentando-se regularmente, ou vierem acompanhados de desmaio, alteração da visão, fraqueza de um lado do corpo, dificuldade para falar, dor de cabeça súbita e muito intensa ou vômitos importantes, será necessária avaliação médica urgente, com clínico geral ou com endocrinologista.
Pelo horário bastante repetitivo dos sintomas e pelo jejum prolongado, eu começaria corrigindo alimentação e hidratação e observaria a resposta.
Sim, isso é normal. Em muitos aparelhos de MAPA (Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial), o visor fica mostrando apenas a hora e não exibe os valores da pressão, justamente para que o paciente não fique acompanhando os resultados e isso não interfira nas medidas.
O importante é observar se, nos horários programados, o manguito incha automaticamente e realiza a medição. Se ele estiver fazendo isso normalmente, em geral está tudo certo.
Se passarem várias horas sem o manguito inchar nenhuma vez, aí vale entrar em contato com a clínica que instalou o aparelho.
29/09/2026
Não é simples indicar um esquema de reposição de vitamina D, pois é preciso saber do valor da 25-OH-vitamina D, porque a dose muda bastante conforme o grau de deficiência.
Geralmente se usa os critérios abaixo:
-20–29 ng/mL: colecalciferol (D3) 1.000–2.000 UI/dia, geralmente por 8–12 semanas.
-abaixo de ng/mL: costuma-se usar 2.000–4.000 UI/dia ou, em deficiência mais marcada, 50.000 UI uma vez por semana por 6–8 semanas, seguido de manutenção.
-abaixo de 10–12 ng/mL: merece correção mais intensiva e investigação de causas associadas, com controle de cálcio e função renal.
Após a correção, a manutenção fica em 1.000–2.000 UI/dia, dependendo da avaliação do endocrinologista ou do clínico geral.
Essa decisão depende do tamanho do nódulo sólido.
-Se for TR4 maior que 1,5 cm: fazer biópsia ( PAAF).
-Se for TR4 entre 1,0 e 1,4 cm: fazer acompanhamento ultrassonográfico, sem PAAF.
-Se for TR4 menor que 1,0 cm: em geral, nem PAAF nem seguimento pelo ACR, salvo circunstâncias especiais.
Se você está falando de 25-OH-vitamina D = 17 ng/mL em paciente de 20–23 anos, colecalciferol 50.000 UI uma vez por semana por 6 semanas é um esquema de reposição correto. A recomendação para valores abaixo de 20 ng/mL utiliza 50.000 UI/semana por 6–8 semanas.
Se com “6 cp” você quis dizer seis cápsulas, elas não devem ser tomadas juntas. O correto é:
Colecalciferol 50.000 UI
Tomar 1 cápsula por via oral, uma vez por semana, durante 6 semanas.
Quantidade: 6 cápsulas.
Outra coisa, em uma paciente em que houve indicação clínica para dosar e tratar, seria prudente reavaliar 25-OH-vitamina D após o ciclo e decidir manutenção, frequentemente na faixa de 1.000–2.000 UI/dia conforme a recomendação médica.
Ligue ou mande mensagem para o Whats do Medclub (3131.1881): as operadoras vão esclarecer suas duvidas e lhe fornecerão um orçamento.
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